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Comissão Europeia em campanha contra teorias da conspiração na Internet

epa07605210 An European flag hangs outside The Greens' party headquarters in Berlin, Germany, 27 May 2019. The Greens experienced a raise up to 20 percent of the votes in the European elections in Germany. The European Parliament election was held by member countries of the European Union (EU) from 23 to 26 May 2019.  EPA/FELIPE TRUEBA

Bruxelas, 14 ago 2020 (Lusa) -- A Comissão Europeia iniciou uma campanha conjunta com a UNESCO e a rede social Twitter para consciencializar os cidadãos para os perigos das teorias da conspiração divulgadas 'online', sobretudo no atual contexto de crise, propício à desinformação.

Como parte desta iniciativa, na qual participa também o Congresso Mundial Judaico, a Comissão publica a partir de hoje uma série de infografias no seu sítio de Internet, na página dedicada à desinformação, com o objetivo de ajudar os cidadãos a identificar as teorias da conspiração e a contrariá-las com factos.

O executivo comunitário aponta que, tal como já alertara na sua comunicação sobre as 'fake news' (desinformação) adotada em junho, o contexto atual da crise da pandemia da covid-19 representa "um terreno particularmente fértil para as teorias da conspiração, que minam a ciência e os factos com explicações perniciosas e rebuscadas sobre a origem do vírus e os culpados pela sua propagação".

Segundo Bruxelas, "a crise do coronavírus também deu origem a um aumento do nível de discurso de ódio 'online', ataques racistas e anti-semitas".

"As teorias da desinformação e da conspiração prejudicam a saúde das nossas democracias, isto ficou muito claro no contexto de uma pandemia global. Os cidadãos devem estar equipados com ferramentas úteis para as reconhecer e desmascarar. Para apoiar os cidadãos, as instituições públicas precisam de trabalhar em conjunto e com plataformas digitais, profissionais dos media, verificadores de factos e investigadores, como a Comissão Europeia e a UNESCO estão a fazer", comentou a vice-presidente da Comissão para os Valores e Transparência, Vera Jourova.

 

André Campos